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Primeiro sábado de Festival levou pequenas multidões para as salas, largos e praças da cidade
 
 

Coisa boa é feita para melhorar. Sempre! Mas, no caso do Tiradentes em Cena, a poesia está saindo bem melhor do que a encomendada. Pelo que presenciamos por essas bandas, nos dois primeiros dias de festival, há mais arte e amor nessa parada do que a nossa vã filosofia possa compreender. Aliás, o que a gente quer mesmo é sentir. E, sentindo, vivenciar – para realmente viver. 

Por exemplo: o dia de hoje começou, graças a deus, e ao esforço e entusiasmo de uma equipe, também, cheia de graça, com a apresentação de “O Batizado”, na Igreja Matriz de Santo Antônio, peça idealizada e escrita por Arlete Nascimento, professora primária de Aline Garcia, a idealizadora da Mostra que, com muita resistência, seguindo à risca, os ensinamentos da mestra, mantém o idealismo de pé e injeta, com muita fé e entusiasmo, lirismo em todos nós. Óbvio, sempre contando com a parceria, o profissionalismo e a amizade do jornalista Fábio Amaral, um dos grandes responsáveis por todos esses palcos e essa energia.

“O Batizado” foi ensaiado, “meio que” às pressas, no intuito de não deixar de levar a mensagem adiante – de que o teatro, desde tempos imemoriais, está aqui (e sempre esteve!) para cultivar caminhos à margem do padrão estabelecido; e, ao mesmo tempo, honrando a luta e a memória daqueles que foram até o fim. A peça, que foi magistralmente costurada com poesias de Florbela Espanca, Castro Alves e Miguel Torga, foi estreia para ir além. Principalmente, após ser abençoada pelo cortejo, oferecido pelo Mestre Prego e toda a congregação do Congado Nossa Senhora do Rosário e Escrava Anastácia, que desceu cortejo abaixo até o Largo das Forras, onde foi servida uma bela de uma feijoada em um caldeirão. 

A tarde não poderia ter sido melhor, especialmente, com a primeira Roda de Conversa desta edição, que discutiu o tema “Corpo e Liberdade”, com ênfase no movimento e na expressão, e que teve a devida e oportuna atenção e discussão de Morena Nascimento, Clarisse Padanés, Rafael Rocha, Caroline Correa, Júlio Adrião, com a clarividente mediação de Marise Diniz – uma troca franca, sincera e afetiva sobre o que envolve arte e liberdade.

Na sequência, as já consagradas peças “Camille Claudel”, “Descobertas das Américas” e “Jagunças” chacoalharam o público das cadeiras e inquietaram os mais despercebidos com o que pode parecer distante, mas é atual. Infelizmente, pelo sucesso das mesmas, muita gente ficou para fora do teatro, que foi pequeno para abraçar tanta gente com fome de quê? De arte e liberdade, é claro. 

Mas um pouco mais de liberdade que a convencional permeou o encerramento da noite deste sábado, com a apresentação do coletivo “Na Esquina”, em praça pública, mais precisamente, no Largo das Forras, sob os olhares deslumbrados de cerca de 500 pessoas, o grupo circense que, além de espalhar destreza, sagacidade, magia e maestria, ainda carrega nos ombros um projeto inclusivo na cidade de Tiradentes. 

Fiquem ligados na programação, que o Tiradentes em Cena segue encantando a todos até o dia 12 de maio. 

 
 
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