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Mais de 600 pessoas ocupam o Largo das Forras para a última apresentação do Festival
 
 

Chocolate quente, pipoca, vinho, algodão doce, milho verde, muito riso, diversão e alegria na plateia de mais de 600 pessoas que ocupou o Largo das Forras, na noite do último sábado (12), para receber o Grupo Trampolim, com a peça “Manotas Musicais”, encerrando, com chave de ouro, o VI Tiradentes em Cena – o festival mais libertário e democrático de Minas Gerais. 

Uma estrutura de circo mambembe foi montada na praça. Em cima, três palhaços sonoros. Embaixo, Benedita e Sabonete, que regem o espetáculo, cismaram em tocar música clássica. Durante pouco mais de uma hora, a praça foi tomada por uma explosão de palhaçadas, culminando no ponto alto da noite, quando mais de 300 tambores foram distribuídos para a plateia e, seguindo a regência dos palhaços, se transformou em uma grande e animada orquestra. “Pareceu, pra mim, que um coração começou a pulsar no meio de Tiradentes. Foi uma das apresentações mais emocionantes que eu já vi na minha (porquanto curta) vida. Passando por um Villa-Lobos “proibidão”, um Beethoven axé e a distribuição de tambores pela praça... A palavra que eu acho que esse espetáculo grita é Democracia. Porque foi isso: uma distribuição da arte para todo o povo. Por isso, a escolha muito, muito feliz do lugar. Guardada as devidas proporções, esse espetáculo fez o que esse Festival faz todo ano aqui, em Tiradentes. E nada me deixa mais feliz como morador dessa cidade linda”, disse o estudante, músico e ator Tomás Leão Martins.

Não podemos deixar de mencionar, mais uma vez, que Marielle esteve (e está!) presente, não apenas no Tiradentes em Cena, como em nosso senso íntimo e escancarado de justiça e esperança. O espetáculo começou com uma chamada dessas, de colégio, culminando no nome supracitado, mais vivo que nunca, de Marielle Franco. (PRESENTE!)

O último dia de festival foi recheado por coisas belas. Pouco antes da apresentação na praça, o ator Alexandre Lino voltou aos palcos do Tiradentes em Cena. Ao contrário do drama documental, Lady Christiny, que “camaleão” apresentou em 2017, dessa vez, ele encarou o papel do porteiro Waldisney, que substitui um síndico de prédio na reunião de condomínio. A peça, montada a partir de entrevistas com inúmeros porteiros do Rio de Janeiro e de São Paulo. Espontâneo, interagindo o tempo inteiro com a plateia, o espetáculo começa bem antes dos três apitos. Enquanto as pessoas ainda estão na fila, Alexandre Lino, ou melhor Waldisney, conversa com todo mundo, demonstrando imensa intimidade com o personagem. Cheio de improvisos, Lino usa da comédia para falar de algo sério: “Estávamos falando de resistência e do tanto que é importante a gente elevar e trazer para o protagonismo pessoas que são sempre coadjuvantes como o porteiro Waldisney, que trabalham todos os dias, mas são ignorados no dia-a-dia”, disse o ator no final do espetáculo.

A noite ainda contou com a apresentação dos vencedores do Festival de Cenas Curtas, uma parceria com a Secretaria Municipal de Cultura de São João Del-Rei; com uma bela apresentação da Oficina de Teatro Entre & Vista, com a peça Rio de Palavras e Memórias, de Luiz Cruz; e com o Ensaio para uma Serenata com a turma do Naquele Bairro Encantado. 

 
 
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